http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576178-a-complexidade-da-declaracao-do-irpj.html?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Press+Clipping+Fenacon+-+28+de+julho+de+2017

Jonathas Gabardo e Hadler Martines

Até o último dia útil de julho, segunda-feira, 31, as empresas deverão entregar à Receita Federal do Brasil (RFB) a declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), que atualmente possui a denominação de “Escrituração Contábil-Fiscal” (ECF).

Todas as pessoas jurídicas, exceto as optantes pelo Simples Nacional, as inativas e os órgãos públicos, são obrigadas a prestar contas. Podemos considerar a declaração de Imposto de Renda como uma das mais importantes obrigações acessórias a serem entregues ao Fisco em razão de sua complexidade e abrangência de dados.

Na declaração, além de as pessoas jurídicas incluírem informações sobre a apuração do Imposto sobre Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), é necessário declarar informações detalhadas sobre seus sócios, participações societárias, operações de importações e exportações praticadas com o exterior e dados das demonstrações financeiras. Como novidade deste ano, as multinacionais que têm controlador final no Brasil deverão preencher o Bloco W, conhecido como Declaração País a País (Country by Country Report), que deverá incluir diversas informações econômico-financeiras das entidades pertencentes ao grupo multinacional, tais como dados sobre o faturamento, lucro, imposto pago no exterior, ativos e funcionários segregados por cada jurisdição.

O cruzamento de informações com outras obrigações acessórias é realizado em tempo real, tornando eventuais incorreções cada vez mais evidentes ao Fisco. Nesse sentido, temos percebido um crescente número de autuações e multas fiscais em decorrência de equívocos no preenchimento da ECF.

Em seu terceiro ano em vigor, espera-se que aproximadamente 1,3 milhão de contribuintes enviem a ECF para a RFB. Por isso, a preparação da ECF deve ser feita com muita atenção para evitar a aplicação de penalidades, assim como outros futuros inconvenientes para os contribuintes.

Especialistas em tributos – Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/07/opiniao/576178-a-complexidade-da-declaracao-do-irpj.html?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Press+Clipping+Fenacon+-+28+de+julho+de+2017)

Categorias: DIREITO TRIBUTÁRIO

Deixe uma resposta

Posts Relacionados

DIREITO TRIBUTÁRIO

Para tributaristas, alta de PIS/Cofins prejudicará setor produtivo

https://oglobo.globo.com/economia/para-tributaristas-alta-de-piscofins-prejudicara-setor-produtivo-21939726?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Press+Clipping+Fenacon+-+16+de+outubro+de+2017 Equipe econômica estima perdas de até R$ 30 bi com decisão de STF sobre tributo POR MARTHA BECK / LETÍCIA FERNANDES / HENRIQUE GOMES BATISTA 12/10/2017 4:30 Notas de real. Foto: Dado Galdieri/Bloomberg ÚLTIMAS DE ECONOMIA Maiores credores da Leia mais…

DIREITO TRIBUTÁRIO

Neutralidade tributária do reconhecimento contábil de receitas?

http://www.contabeis.com.br/noticias/35721/neutralidade-tributaria-do-reconhecimento-contabil-de-receitas/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+portalcontabeis+%28Contabeis.com.br+-+Not%C3%ADcias%2C+Artigos%2C+Legisla%C3%A7%C3%A3o%29 Wellington dos Snatos CPC 47 (Receita de Contrato com Cliente): Quais os efeitos tributários para as novas normas exigidas a partir de 2018. Uma análise preliminar da minuta de norma disponibilizada pela Receita Federal. Leia mais…

DIREITO TRIBUTÁRIO

As evoluções nos processos fiscais

http://contabilidadenatv.blogspot.com.br/2017/10/as-evolucoes-nos-processos-fiscais.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=2017_10_14_noticias_contabeis_do_final_de_semana&utm_term=2017-10-15 Carla Lidiane Müller para Notícias Contábeis do Contabilidade na TV* As mudanças no âmbito fiscal são inevitáveis, mas essas mudanças podem trazer bons resultados, por exemplo, quando o SPED Fiscal, ou EFD ICMS/IPI surgiu, Leia mais…