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É muito comum em algumas empresas (e não apenas nas pequenas) que ocorra confusão entre as despesas pessoais com os gastos da empresa. Você sabe quais são os problemas gerados por essa prática e como evitá-los?

Compra de veículos, despesas com supermercados e farmácias, mensalidades da escola dos filhos, gastos com combustíveis e viagens, compras diversas no cartão corporativo…

É muito comum em algumas empresas (engana-se quem pensa que isso só ocorre nas empresas que são muito pequenas) que os sócios “misturem” diversas despesas pessoais com os gastos da empresa.

Tal prática, além de ser irregular do ponto de vista contábil, é um erro financeiro crucial que pode, inclusive, impedir a continuidade e causar graves problemas para qualquer negócio, independente do ramo de atividade ou porte.

Quer entender por que uma empresa deve segregar as despesas corretamente e como é possível evitar transtornos e problemas, até mesmo de ordem criminal, por conta dessa prática? É só ler esse texto até o final!

Ao misturar as despesas da empresa e dos sócios, além de não ser possível realizar um planejamento financeiro confiável, não se permite aos gestores o real entendimento e compreensão das demandas envolvendo o fluxo de caixa e as questões financeiras da empresa. Como será possível saber se empresa está apresentando lucro ou prejuízo diante de um cenário como esse! Não será!

O ideal é sempre utilizar contas bancárias distintas para a pessoa física e a jurídica, o que além de ser o correto do ponto de vista contábil, auxilia no controle das receitas e despesas.

E como fica o preço de venda!? Se não é possível saber corretamente as receitas e as despesas, como a empresa conseguirá estabelecer o valor adequado dos seus produtos ou serviços para o mercado? Pois é! Quando a pessoa jurídica e a física se misturam, as chances de se determinar um preço de venda fora da realidade aumentam consideravelmente.

A confusão patrimonial também pode levar a descaracterização da pessoa jurídica. Não sabe o que isso significa!? Simples! Que um juiz, por requerimento da parte ou do Ministério Público, pode decidir que determinadas obrigações, antes da empresa, sejam estendidas, por exemplo, aos bens particulares dos administradores e sócios da pessoa jurídica.

Se você se identificou com esse texto, é hora de repensar e revisar suas rotinas financeiras!

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